Obrigado Seth Godin e amigos

Mesmo a chegar o Natal e recebo uma prenda destas! De graça!
Obviamente não poderia deixar de partilhar! Está feita a minha boa acção do dia!
Apesar de ainda não o ter lido na íntegra, um primeiro olhar levou-me a concluir que este livro está cheio de pensamentos e dicas brilhantes de pessoas brilhantes.
A sua leitura pode ajudar a que o ano 2010 corra melhor!
Leiam e digam o que acharam.

What Matters Now

Em quem confiam os consumidores?

Se confirmações ainda são necessárias, este estudo da Nielsen, apresenta a principal razão para as organizações apostarem na Web 2.0 – a confiança das pessoas. Setenta por cento dos 25 mil internautas/consumidores entrevistados afirmaram ter confiança nas opiniões colocadas online por outros consumidores.

Como gerir melhor: Marc Kramer na Forbes

Sou apologista de que os melhores conselhos de gestão de organizações são aqueles que são dados por pessoas que passaram pela experiência da prática. У цьому сенсі, partilho convosco este стаття de opinião do Marc Kramer publicado na Forbes.

Face ao ambiente competitivo do século XXI , é fundamental que qualquer organização do “світ 2.0” consiga incutir em todos os seus colaboradores a necessidade de um constante questionamento. Será que podemos melhorar aquilo que já fazemos? Que inovações disruptivas podemos trazer para o nosso local de trabalho? Será que podemos satisfazer melhor as necessidades dos nossos clientes, e assim deixar a concorrência para trás?

Веб 2.0 e a Banca

Aqui está mais um Bom exemplo de como a Web 2.0, e as suas ferramentas, transformam o mundo a cada dia que passa. Aproveitem para conhecer o Fidor Bank, através do vídeo


da apresentação feita num evento sobre social media nas empresas (Somesso).

E vocês que outros bons exemplos de utilização dos social media, por parte de organizações,  podem partilhar?

O actual ambiente competitivo

Considero que quando olhamos para o ambiente competitivo que envolve uma organização no século XXI, me saltam aos olhos os seguintes factos:

A concorrência, é cada vez maior, feroz e sem bússola incorporada!
É cada vez mais difícil identificar a origem da nossa concorência e prever de que forma nos irá atingir;

Os mercados, em constante mudança!
Sendo que, a velocidade com que as alterações acontecem é, Все більше, estonteante. Mesmo em mercados que nos habituamos a conhecer como muito difíceis de entrar, в даний час, é muito mais acessível a entrada de novos concorrentes.
і, também, uma realidade que as empresas que hoje são criadas nascem com uma perspectiva territorial muito diferente, elas sabem que não necessitam de ter estrutura global para disputarem mercados globais e é assim que actuam. Por outro lado, a agilidade de execução que essas novas organizações possuem (maioritariamente fruto da forma como se estruturam) aliada à facilidade de acesso a informações de qualidade, permite que assentem em modelos de negócio completamente novos (que correspondem mais eficazmente às necessidades dos consumidores) e que podem destronar “organizações tradicionais” da liderança do mercado (chegando mesmo, em alguns casos, a acabar com o próprio mercado);

As estratégias e vantagens competitivas das organizações, cada vez mais fugazes.
A facilidade de acesso à informação faz com que facilmente se consigam copiar e adoptar estratégias ganhadoras, significando que, aqueles que, de alguma forma, indicaram o caminho do sucesso perdem rapidamente a sua vantagem;

Novas tendências sociais
As pessoas mudaram! Em termos sociais merecem destaque, quanto a mim, três factos:
1. As pessoas começam a aperceber-se que a sua opinião e participação conta!
2. Uma geração (Y) está a ganhar cada vez mais importância devido a dois principais factores: dominam (muito melhor que as gerações mais velhas) uma tecnologia que é hoje essencial para a sociedade – a Internet; a sua força demográfica é enorme, por um lado, porque vão ser a geração mais numerosa em países (como os EUA, Brasil, India, China) que vão ganhando cada vez mais importância na geo-política mundial e, por outro lado, por terem crescido num “mundo plano” aprenderam a dominar as ferramentas multimédia, o que aumenta a sua importância na tomada de decisões!
3. As mulheres estão-se a libertar de algumas amarras (preconceitos) sociais e ganham cada vez mais preponderância na sociedade!
Estas novas tendências exigem que aprendamos a posicionarmo-nos de maneira diferente e a que estejamos em contacto estreito com elas para que não corramos o risco de sermos apanhados desenquadrados do nosso tempo e do nosso “mundo 2.0″.

Novas tendências tecnológicas
Existem hoje ao nosso dispor inúmeras inovações tecnológicas que nos permitem ser muito mais eficientes na forma como trabalhamos, investigamos, ensinamos, aprendemos, compramos e socializamos (construindo as fundamentais redes de contactos). É fundamental que pessoas e organizações as conheçam e adoptem de forma eficaz e sistemática.

A comunicação mudou!
A forma como comunicamos mudou! A comunicação de um para n tem os seus dias contados! Cada vez menos os consumidores, os alunos, os colaboradores, a sociedade aceitam a existência de verdades absolutas em que um grande sábio detém o acesso ao conhecimento e que comunica a todos os restantes as suas teorias e todos as acatam sem sequer poderem contrapor. Estamos na era da comunicação de n para n, em que todos podemos aceder à informação e em que todos podemos criar e partilhar conhecimento!

Os media sociais, dando força a cada um de nós, ganham cada vez mais força!
Os media sociais já mostraram que não são uma moda, os números confirmam que cada vez mais as pessoas os usam para o trabalho, para investigar, para aprender ou para tomar uma decisão.

O que acham desta análise? P.f. ajudem-me a melhorá-la. Avancem com os vossos comentários afinal estamos num tempo de comunicação 2.0.

O “mundo 2.0″

Vivemos num “mundo 2.0″! Mais do que um qualquer modismo (através da aplicação do conceito 2.0), esta é de facto a realidade e , por tal facto, deve merecer uma reflexão séria de todos nós, pois todas as mudanças que têm ocorrido no  mundo em que hoje vivemos, já estão a causar efeitos na nossa vida.

Talvez os factos mais marcantes do “mundo 2.0″ passem pela liberdade de expressão  e alcance global que hoje em dia podemos alcançar. Sustentando-se na internet e nas tecnologias de informação e comunicação, o “mundo 2.0″ é aquele em que a nossa capacidade de participar, de contribuir para a causa pública, de partilhar e aumentar conhecimento, de ajudar outros seres humanos a ultrapassar dificuldades, de fazer acontecer a mudança ao nível político social e cultural pode efectivamente acontecer. No fundo, podemos afirmar que gozamos da liberdade de integrar diferentes projectos e desempenhar distintos papéis, dependendo unicamente da nossa vontade de participar.

Não obstante todas as liberdades que o século XXI nos oferece, será que as organizações do presente, conseguem representar esta nova realidade social. Tal reflexão é de suma importância, não por uma questão filosófica mas, por entendermos que para que possa ser feito o uso intensivo, eficaz e eficiente de novas práticas empresariais (também elas resultantes desta evolução social conjugada com novas potencialidades tecnológicas) como a inteligência competitiva, temos que conseguir, previamente, que as organizações se encontrem sintonizadas com o seu tempo, organizando-se em modelos que possam aproveitar correctamente as potencialidades da produção das massas e da inteligência e conhecimento colectivo.

O que acham? As organizações estão a conseguir acompanhar as novas realidades? Já teremos muitas “organizações 2.0″?