Empreendedorismo Serviço ao Cliente

Empreendedorismo deverá assentar num exemplar serviço ao cliente. Num post recente sobre empreendedorismo integrado, abordei a questão do empreendedorismo e na ocasião afirmava que, para ter sucesso competitivo, qualquer projeto empresarial necessita de se focar nas pessoas.

Acredito, vivamente, que se a empresa fizer tudo para se tornar numa “empresa de serviço ao seu cliente” ela irá ser uma empresa de sucesso!

De duas leituras recentes, partilho convosco uma “lista faça você mesmo” de boas práticas de quem já é uma “empresa ao serviço do cliente”.

Do Livro I Love You More Than My Dog: Five Decisions That Drive Extreme Customer Loyalty in Good Times and Bad

Empresas ao Serviço do Cliente, tomam 5 decisões fundamentais:

Acreditam nos consumidores!
Acabando com regras e políticas complicadas que, criam burocracias e erguem barreiras entre elas e os consumidores;

– Qual o grau de confiança depositado no serviço ao cliente que, lhes permite tomar decisões para o bem do consumidor?

– Todas as regras são necessárias?

– O seu processo de selecção é suficientemente rigoroso que lhe permita ser livre para confiar nas pessoas que contrata?

– A sua empresa possui uma relação intrínseca de confiança com os clientes?

Possuem propósitos claros e, apresentam-nos de forma transparente!
Investindo tempo para definir claramente o que se pode esperar da empresa. Esta deve ser a razão pela qual os clientes a escolhem.

– As suas acções vão ao encontro dos seus propósitos?

– Se perguntar a 10 pessoas quais são os propósito da sua empresa, quantas respostas receberá?

– Os clientes contam a sua história?

– Selecciona colaboradores capazes de “servir” de acordo com os seus propósitos?

– O que é que condiciona a tomada de decisão num sentido e não noutro?

Decidem ser reais!
A relação é entre pessoas que partilham os mesmos valores e que percebem as fraquezas, peculiaridades e espírito de cada uma.

– Enquanto cliente, teria vontade de lêr os seus contratos, mensagens e contas?

– Como são saudados os clientes quando ligam para a empresa?

– As pessoas são guiadas ou recebem um guião que têm de seguir?

– Discute clientes ou contratos? Políticas de segurança ou família?

Decidem estar presentes!
O que aumenta o trabalho pois, implica estar sempre a “pesquisar” onde o cliente precisa de nós, nas condições por ele determinadas.

– Começam pelo cliente e não pelo produto.

– Procuram imaginar a vida dos seus clientes.

– Compreendem a vida dos clientes e conseguem propor melhorias.

– São claras no seu propósito de entregar soluções adequadas à vida dos clientes.

– Constroem a sua experiência a partir do ponto de vista do cliente.

– Os clientes podem confiar nas sua práticas e operacionalização.

– As suas reuniões são passadas a discutir a vida dos clientes e não objectivos de vendas.

Decidem pedir desculpa.
A forma como uma empresa reage na adversidade reflecte o seu humanismo e mostra a sua verdadeira identidade. Graça e sabedoria fazem-nas aceitar a sua responsabilidades, sem fugas nem ripostar com acusações. Um bom pedido de desculpas serve para reatar a ligação emocional com os clientes.

– Ser genuíno.

– Restaura a confiança de estar associado a si.

– Honrar aqueles que foram prejudicados.

– Apresentar explicações para o sucedido e trabalhar na resolução do problema.

– Ser gentil e humilde.

Ensinam através dos exemplos que dão!
Ao tomarem as decisões que tomam.Focam-se no momento de contacto com os clientes.

– Adoram “trabalhar no duro” para não perderem a sua personalidade nos produtos que vendem e no serviço que prestam.

– As interacções com o cliente são óptimas oportunidades para a sua personalidade vir ao de cima.

– Passam por altos e baixos, mas, não têm problemas em partilhar as suas falhas com os clientes.

Do Livro Delivering Happiness: A Path to Profits, Passion and Purpose

Para criar uma EMPRESA DE SERVIÇO AO CLIENTE siga estes 10 passos

1. O serviço ao cliente é responsabilidade de todos.
2. Transforme a expressão WOW num verbo que faz parte do vocabulário diário da empresa.
3. Confie e dê força aos colaboradores responsáveis pelo serviço ao cliente.
4. Não faz mal “despedir” clientes “insaciáveis” ou que abusam dos colaboradores.
5. Não meça a duração das chamadas telefónicas. Não force os colaboradores a vender. Não crie guiões para o atendimento telefónico.
6. Não esconda o seu número de telefone.
7. Veja cada chamada telefónica como um investimento na construção de uma marca de serviço ao cliente e não como um gasto que é preciso minimizar.
8. Conte histórias de experiências WOW a toda a gente na empresa.
9. Encontre e contrate pessoas que são apaixonadas por servir o cliente.
10. Ofereça um serviço excelente a toda a gente: clientes, colaboradores e vendedores

Bom por agora é tudo. Vou tratar de criar os meus próprios serviços WOW!

Gerir na prática

Como devemos gerir no século XXI?

Procuro sempre aprender com quem pratica! Richard Branson, num artigo para a revista Entrepreneur revela-nos os 5 segredos do seu sucesso:

1. Gostar do que faz
2. Crie algo que se destaque de tudo o que já existe.
3. Crie algo que todos os que trabalham consigo, se sintam verdadeiramente orgulhosos.
4. Seja um bom líder.
5. Seja um Líder visível.

Capitalismo Construtivo – Pessoas

Se ainda não o fez, antes de ler este post, por favor leia: Capitalismo Construtivo e Capitalismo Construtivo (modelo organizacional)

Para ser de Capitalismo Construtivo, um projecto:

Organiza-se em torno de Pessoas.
Os projectos de Capitalismo Construtivo são criados por pessoas que querem mudar o mundo e que, associam a esse desejo, o desenvolvimento de modelos de negócio que fazem uso dos seus conhecimentos e capacidades, para transformarem, de forma sustentável, a vida de outras pessoas.

Escolhe as melhores pessoas (para o projecto)…
O fundador de um projecto de capitalismo construtivo, não pode deixar de estar ciente que o seu sucesso está intimamente ligado à selecção das pessoas que nele tomam parte. É tarefa do fundador/líder máximo do projecto, criar um processo rigoroso e transparente de selecção de pessoas, baseado nos valores e propósito da Organização, bem como, na procura dos melhores “jogadores de equipa”.

…a quem permite envolver-se a cem por cento (no projecto)
Depois de escolher as melhores pessoas, é também fundamental, criar as condições para que todos os colaboradores possam atingir um elevado grau de realização, ou seja, a todos devem ser concedidas oportunidades de fazer uso dos seus conhecimentos e capacidades, para ajudar a que a organização/movimento atinja o máximo das suas potencialidades.

Foca-se nos destinatários
Os projectos de Capitalismo Construtivo são construídos a pensar nos destinatários. Quem cria um projecto de capitalismo construtivo, é obcecado pela prática da “regra de ouro” de só fazermos aos outros aquilo que gostaríamos que nos fizessem a nós.

De pessoas, por pessoas e para pessoas!

Muda de vida…

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A inovação quando pretende ser mais do que uma buzzword, que fica bonita nos relatórios de sustentabilidade, tem que significar mudanças efectivas. O que estamos dispostos a fazer?

- Estamos disponíveis para ser uma organização de bem, que pratica o capitalismo construtivo?
- Estamos a dedicar o tempo devido à selecção das pessoas com quem devemos trabalhar, ou apenas estamos atentos a ver quem preenche devidamente todos os parâmetros do currículo no formato XPTO?
- Estamos dispostos a democratizar a liberdade de pensar dentro das nossas organizações?
- Estamos a pensar em como criar os canais para que pessoas que tenham boas ideias possam fazê-las chegar aos locais certos? E depois, ajudamo-las a colocar as ideias na prática?
- Estamos dispostos a deixar de olhar para o relógio e passarmos a olhar para os resultados?
- Quando propomos algo às pessoas que trabalham connosco pensamos em não quebrar a “regra de ouro”? E quando oferecemos um novo produto ou serviço?
- Estamos disponíveis a ouvir cada vez mais os nossos clientes, e a perceber quais são os seus desejos, necessidades e sonhos?

Mais e melhor…e diferente

Em tempos de crise torna-se lugar comum ouvir várias pessoas (sobretudo políticos e empresários) dizer que é agora tempo de fazer mais e melhor com menos. Eu atrevo-me a sugerir que se deve fazer diferente, para fazer mais e melhor! Aqui ficam algumas sugestões.

Antes que seja inevitável pensar em dispensar colaboradores, porque não:

- Utilizar o modelo dos 20% da google;

- Aproveitar a inteligência colectiva dos colaboradores, para refundar o seu negócio, tal como fizeram na Hamakua Springs Country Farms

- Testar o modelo ROWE na sua organização;

- Dedicar algum tempo a pensar como transformar o modelo de negócio actual, num modelo de capitalismo construtivo, ao estilo da Threadless. Em que a comunidade de clientes funciona como designers de produto, compradores e o melhor meio de promoção da empresa e das suas t-shirts.

-Tal como a Procter & Gamble, criar um modelo que torne a inovação uma parte integrante da cultura organizacional

P&G innovation model

Googlei

Na minha recente visita ao Brasil tive a oportunidade de visitar os escritórios da Google em São Paulo, ou seja, googlei (i.e. google+visitei). In loco pude confirmar o excelente ambiente de trabalho e alguns dos segredos do sucesso:

Primeiro mandamento… um excelente recrutamento

A Google acredita, e pratica, a máxima de que as pessoas são o seu maior activo! Não existe qualquer dúvida que, para singrar como empresa, tem de seleccionar (apenas) pessoas que querem mudar o mundo. Não é, por isso, de estranhar que um dos processos mais valorizados internamente seja o do recrutamento.

Cerca de 50% de novos colaboradores são indicados por actuais funcionários e, mesmo assim, só serão admitidos os que melhores avaliações obtiverem ao fim de 6 fases:

1. Análise do currículo
2. Entrevista telefónica
3. Entrevista ao vivo (possibilidade de serem realizadas 8 entrevistas por 8 pessoas diferentes)
4. Comité de admissão
5. Comité das Américas
6. Comité Global (Liderado pelo CEO Mundial, decide todas as contratações para o mundo inteiro)

Os googlers querem mudar o mundo

A um forte poder de iniciativa,os colaboradores da Google, juntam uma enorme paixão pela Empresa (porque a Google retribui essa paixão), o que permite que, ao enquadrarem-se numa equipa de pessoas extraordinárias, não precisem que lhes indiquem o caminho para ajudar a desenhar os mapas para o sucesso da Google. Os googlers são, ainda, pessoas flexíveis, jogadores de equipa e óptimos comunicadores.

Se as pessoas são excelentes deixem-nas trabalhar

A estrutura (matricial) da Google é muito pouco rígida, não existe um organograma definido (a régua e esquadro) e o modelo beta (tão ao jeito do google labs) é também o preferido em termos de estrutura organizacional. A cada 18 meses, surgem novos projectos, criam-se novas equipas e novos objectivos a atingir (focados na satisfação dos clientes).

A google acredita no seu processo de selecção e recrutamento, por isso, se alguém trabalha na google é porque tem valor e tem de ter caminho livre para trabalhar (e esta regra é assim desde a contratação do primeiro funcionário, antigo colega de doutoramento dos fundadores).

Ah!
1 – Não existem horários a cumprir, mas sim objectivos a atingir!
2- Os lucros são distribuídos por todos (os que obtiverem boas avaliações do desempenho) os colaboradores;
3- A avaliação de desempenho acontece nos dois sentidos e de 3 em 3 meses.

E, já agora…façam-nas sentir em casa

Comida e bebidas são disponibilizadas, de forma gratuita, a qualquer hora do dia (eu estive lá na hora do lanche e os bolos tinham um aspecto delicioso) a todos os colaboradores, bem como, massagens e aulas de yoga (em dias pré-combinados), redes baianas, consolas de jogos e mesa de snooker.

Boa vida a mais ou gestão inteligente?

Pelos resultados eu voto na segunda opção.

Miguel Trigo e C. Felix Ximenes

Miguel Trigo e C. Felix Ximenes

Obrigado ao Felix Ximenes (Director de Comunicação Corporativa da Google Brasil) pela visita guiada e à edição 143 da revista você,s/a (por me ter ajudado a relembrar alguns dos pormenores que me podiam ter escapado).

O que podemos obter com 20% do tempo de trabalho?

No meu último post falei da experiência que tenho tido como utilizador do Google goggles. Neste post, quero partilhar convosco o que pode acontecer quando se dá autonomia no trabalho.

Sabem como aparecem produtos como o googles?

Se calhar é através da definição de uma data de tarefas que o Chefe do Departamento apresenta aos seus subordinados, como tendo de ser cumpridas naquela semana!

Ou talvez não!

E, já agora, se ao goggles juntássemos o gmail e o google translate…

A google tem sido bastante transparente a deixar-nos conhecer os segredos do seu sucesso.

– Certamente que a sorte (ou destino, conforme queiram chamar) teve um papel importante. Foi preciso que duas pessoas brilhantes se tivessem encontrado…mas, nem todos conseguem fazer com que juntar pessoas brilhantes seja sinónimo de criar equipas de trabalho que apresentam resultados em prol de uma organização. Isso já não é sorte!

- A google é uma das melhores empresas para se trabalhar…e de quem é a culpa? Na sua origem, certamente do Larry Page e do Sergey Brin que, desde início, atribuíram extrema importância à forma como devem ser seleccionadas as pessoas que entram na empresa;

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- A Google está atenta às necessidades das pessoas (às vezes ainda antes delas próprias terem total consciência dessa necessidade)! Como surge o google search?

Quando a quantidade de conteúdos disponibilizados na Web começava a ganhar cada vez mais volume, os dois co-fundadores, perceberam a necessidade crescente, que as pessoas iriam ter, de acederem à informação de uma forma mais fácil e estruturada.

A partir do google search, a Google, tem aproveitado os dados resultantes da inteligência colectiva e tem apresentado novos produtos que respondem a novas necessidades identificadas;

- Os grandes líderes, identificam-se pelas suas acções e não apenas pelas suas palavras e pela forma como utilizam o Ego a seu favor.

Mais uma vez os co-fundadores da empresa mostraram o seu brilhantismo ao reconhecerem necessitar de um CEO mais experiente quando os horizontes da empresa se começaram a expandir. Esta decisão é também excelente em termos de estratégia de sustentabilidade da empresa. Larry (Presidente, Produtos) e Sergey (Presidente, Tecnologia) focam-se naquilo que são melhores e no que cria valor para a Google;

Por falar em criar valor para a Google…a resposta à questão

Sabem como aparecem produtos como o googles?

Está numa excelente medida de gestão (anteriormente aplicada por empresas como a 3M e a W.L.Gore)!

Todos os colaboradores da empresa são obrigados a dedicar 20% do seu tempo de trabalho, a fazer aquilo que gostam.

Resultado:

Pessoas brilhantes + Autonomia (e paixão no trabalho) = goggles, gmail, etc.

Autonomia

Esta é uma palavra, ou melhor, um conceito com o qual me tenho cruzado bastantes vezes nas últimas duas semanas.

Autonomia no trabalho
Conceito sobre o qual tenho investigado bastante e que empresas como a W. L. Gore, Semco, Best Buy, Google, Atlassian, Zappos, SEI Investments, Favi e Meddius, ajudam a comprovar que quando escolhemos extremamente bem as pessoas que deixamos entrar, na nossa organização, e lhes damos autonomia para atingirem resultados, fazendo aquilo que sabem, podemos obter lucros (tangíveis e intangíveis) muito interessantes.

Autonomia na aprendizagem
O mundo 2.0 necessita de uma aprendizagem 2.0. Bem-vindos ao conceito da heutagogia (a “pedagogia” dos que aprenderam a aprender). Num mundo marcado pela mudança constante, a incerteza e a facilidade no acesso à informação, temos que ser cada vez mais responsáveis pela nossa educação.

Autonomia=motivação
Segundo Daniel Pink, no seu livro “Drive”, este é o principal motivador (além da “mestria” e propósito) nas áreas da criatividade e da inovação, em contraponto aos prémios monetários face à obtenção de resultados (quando falamos de tarefas repetitivas estilo linha de montagem).

Autonomia para fazer diferente
Diariamente o Seth Godin inspira-me a olhar, pensar e a agir de forma diferente. No estado do Maryland foi aprovado um novo estatuto jurídico para empresas a”For-Benefit Corporation”. A Jacqueline Novogratz, demonstra, diariamente, que podemos, e devemos, associar a caridade com a gestão. No seu livro “Creativity Unlimited”, Micael Dahlén defende que a melhor maneira de inovar nos negócios é pensando dentro da caixa.

Autonomia para fazer a diferença
Projectos como o Acumen Fund e Toms Shoes, mostram como fazendo diferente, podemos fazer a diferença na vida de milhares de pessoas!

E nós?
Estamos preparados para exercer a nossa autonomia?

Not business as usual!

Qual deve ser o formato de uma organização no mundo 2.0?

Leituras recentes como é o caso de “The Blue Sweater: Bridging the Gap Between Rich and Poor in an Interconnected World“, “Linchpin: Are You Indispensable? How to Drive Your Career and Create a Remarkable Future“, “I Love You More Than My Dog: Five Decisions That Drive Extreme Customer Loyalty in Good Times and Bad
” e “Drive: The Surprising Truth About What Motivates Us“, levam-me cada vez mais a ter a certeza que uma organização do século 21, deve:

existir com um propósito e uma motivação de criar o bem para a sociedade;

ter o máximo cuidado com as pessoas que “deixa entrar” para o seu seio (que devem ser extraordinárias do ponto de vista pessoal e profissional). Depois de as deixar entrar permitir que possam dar o melhor de si, dando-lhes as ferramentas necessárias para que construam os caminhos que irão fazer parte do todo que constitui o mapa de sucesso da sua organização;

Focar-se no cumprimento escrupuloso da “Regra de Ouro” (não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti) junto dos seus clientes.

Via Virgin Para o Sucesso

Finalizei a leitura de um grande livro (Business Stripped Bare) escrito por um grande empreendedor – Sir Richard Branson


artigo da Wikipedia convertido em Mind map utilizando o software MapYourInfo

Nele poderão encontrar uma série de dicas úteis em áreas tão diversas como empreendedorismo, construir marcas de valor, o que é necessário para singrar nos negócios, liderança, responsabilidade social e preocupações ambientais.

Mas, o mais interessante, para mim, é o facto de este ser um livro de alguém que realizou as experiências que relata, que criou valor para a empresa e para os consumidores e que teve momentos de sucesso e de insucesso que não tem qualquer problema em partilhar connosco. Neste livro podemos encontrar a história de uma das grandes marcas da actualidade a Virgin


artigo da Wikipedia convertido em Mind map utilizando o software MapYourInfo

De todas as ideias transmitidas no livro, relativamente ao que é necessário para alcançar o sucesso nos negócios, partilho convosco o factor que considero ser a chave do sucesso a existência de valores que estão sintonizados com o século 21 e que são vividos e não apenas usados por uma questão de moda:

1. Employees are number one. The way you treat your employees is the way they will treat your customers.
2. Think small to grow big.
3. Manage in the good times for the bad times.
4. Irreverence is OK.
5. It’s OK to be yourself.
6. Have fun at work.
7. Take the competition seriously, but not yourself.
8. Think of the company as a service organisation that happens to be in the airline business.
9. Do whatever it takes.
10. Always practise the Golden Rule, internally and externally.