Errar…

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Mýliť sa je ľudské! Nerobíme všetko, čo je v našich silách, aby dobre urobil, je zle!

Som napísal túto vetu o posúdenie mojej dcéry (Celkový 98% v 100 possíveis), fiquei obviamente babado! Však, os 2% restantes estão intimamente ligados à falta de atenção (absolutamente normal numa criança) e à pressa por terminar aquela tarefa e almejar desafios maiores (čo niekedy vedie nás k zanedbávanie detailov).

To je bod,! Einstein errou bastantes vezes, Edison também, ambos aprenderam de erro em erro até presentearem a humanidade com feitos notáveis. Errar faz parte da aprendizagem de um caminho com um fim em vista!

Realizar coisas notáveis para os nossos familiares, amigos, klientov, sociedade.

Temos Doutores a mais?

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Príliš často som počul toto slovné spojenie mať (Verím, že tak nešťastná) ľudia, ktorí chcú odkazovať na nedostatok kvalifikovaných pracovných síl pre plnenie úloh neobyčajne praktické a opakujúce sa charakter (raz chytil hlavný technik pre vykonávanie práce sa stáva rutinnou). Všeobecne takéto tvrdenie je sprevádzaná inou spoločnosťou, ktorá hovorí, že tam je niekedy-rastúci počet nezamestnaných sa akademický titul, que se tivessem apostado numa dessas profissões não teriam perdido o seu tempo a estudar para o desemprego.

Não vou afirmar que não exista falta deste tipo de profissionais, mas o que pretendo alertar é que no século 21 požiadavky na pracovisku, sú tiež, tak, também este tipo de profissionais irão necessitar de ter uma preparação diferenciada. À formação técnica específica será necessário, por exemplo, irmos juntando conhecimentos de informática, comunicação interpessoal, gestão de projectos em rede e de marketing e relações públicas.

Certamente que nem todas as formações atribuirão títulos académicos, Však, todas devem ser de qualidade, estar enquadradas com os nossos objectivos e respeitar “andragogicamente” a nossa individualidade.

Não nos esqueçamos que devemos ser capazes de fazer a diferença, caso contrário a escolha dá-se exclusivamente ao nível do preço.

A opção é individual! Ja? Ja? Budem študovať každý deň!

Brasil ideias mil

Práve som prišiel z Brazílie, kde som vykonal sériu stretnutí s cieľom začať proces reflexie o odborné vzdelávanie storočia 21. Verím, že tejto oblasti, Inštitúcie vyššieho vzdelávania a organizácií občianskej spoločnosti by mali ísť bok po boku bude veľkými víťazmi, pretože záloh, ktoré sa dosiahne.

V tomto zmysle, conversei com Directores de Empresas, Zodpovednosť za firemné vzdelávanie, Zodpovednosť vysokých škôl, Professores Universitários, Responsáveis pela Criação de Conteúdos inovadores aplicados à aprendizagem ao nível da educação corporativa.

Visita Academie Accor/Ticket - Raphael Rodrigues, Edna Bedani, Miguel Trigo, Eugênio Lovato e Roberto Baungartner

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Aprendi muito, e espero em breve poder fazer parte de um grupo que apresente propostas que ajudem a aumentar o reconhecimento da educação corporativa (construída em parceria por IES e Organizações) como um dos pilares importantes para o desenvolvimento da sociedade.

Vim mais rico e com ideias mil! Com a certeza de que o Brasil e Portugal ainda muito podem construir em conjunto. Só não podemos esquecer que, para dar certo, os parceiros têm de ser, Zároveň, interessados e interessantes.

Supremamente faze

Se vou estudar…então terei que ter a melhor experiência do mundo. Sou responsável por conseguir sentir-me realizado enquanto estudante. Os mínimos são atingidos por todos! Os livros e artigos que leio, os vídeos que assisto, levam-me a construir o meu mapa de aprendizagem, juntemos a paixão por aprender e diferencio-me dos outros.

Se vou certificar a minha organização…tenho que perceber que esses são os mínimos exigidos para estar no mercado. A qualidade que vai fazer a diferença para a minha sustentabilidade a longo prazo é a forma como os meus serviços/produtos conseguem responder às necessidades/desejos dos meus clientes.

Se crio uma organização…devo aproveitar ao máximo o conhecimento e a paixão que as pessoas podem aportar.

Quanto Faças, Supremamente Faze

Quanto faças, supremamente faze.
Mais vale, se a memória é quanto temos,
Lembrar muito que pouco.
E se o muito no pouco te é possível,
Mais ampla liberdade de lembrança
Te tornará teu dono.

Ricardo Reis, in “Odes”
Heterónimo de Fernando Pessoa

Autonomia

Esta é uma palavra, ou melhor, um conceito com o qual me tenho cruzado bastantes vezes nas últimas duas semanas.

Autonomia no trabalho
Conceito sobre o qual tenho investigado bastante e que empresas como a W. L. Gore, Semco, Best Buy, Google, Atlassian, Zappos, SEI Investments, Favi e Meddius, ajudam a comprovar que quando escolhemos extremamente bem as pessoas que deixamos entrar, na nossa organização, e lhes damos autonomia para atingirem resultados, fazendo aquilo que sabem, podemos obter lucros (tangíveis e intangíveis) muito interessantes.

Autonomia na aprendizagem
O mundo 2.0 necessita de uma aprendizagem 2.0. Bem-vindos ao conceito da heutagogia (a “pedagogia” dos que aprenderam a aprender). Num mundo marcado pela mudança constante, a incerteza e a facilidade no acesso à informação, temos que ser cada vez mais responsáveis pela nossa educação.

Autonomia=motivação
Segundo Daniel Pink, V jeho knihe “Drive”, este é o principal motivador (além da “mestria” e propósito) nas áreas da criatividade e da inovação, em contraponto aos prémios monetários face à obtenção de resultados (quando falamos de tarefas repetitivas estilo linha de montagem).

Autonomia para fazer diferente
Diariamente o Seth Godin inspira-me a olhar, pensar e a agir de forma diferente. No estado do Maryland foi aprovado um novo estatuto jurídico para empresas a”For-Benefit Corporation”. A Jacqueline Novogratz, demonstra, diariamente, que podemos, e devemos, associar a caridade com a gestão. No seu Papier “Creativity Unlimited”, Micael Dahlén defende que a melhor maneira de inovar nos negócios é pensando dentro da caixa.

Autonomia para fazer a diferença
Projectos como o Acumen Fund e Toms Shoes, mostram como fazendo diferente, podemos fazer a diferença na vida de milhares de pessoas!

E nós?
Estamos preparados para exercer a nossa autonomia?