Pensar novos modelos
Pensar novos modelos é tarefa de todos nós. No meu último post, escrevia sobre o modelo da riqueza na base da pirâmide, e nas oportunidades que ele encerra. Ultimamente também tenho pensado, que face à crise actual que atravessamos, um novo modelo se justifica: do meio para a base!
Muitas das pessoas que anteriormente classificávamos como pertencentes à classe média, vivem uma nova realidade, o seu poder de compra baixou. Talvez a resposta mais fácil de todos nós seja - Têm de deixar de comprar coisas supérfluas!
No entanto, acredito que esta nova realidade deve merecer uma resposta mais pensada. Penso que pessoas e organizações se devem juntar num esforço conjunto de apresentar soluções inovadoras de oferta de produtos e serviços que esses consumidores já experimentaram (e gostaram) e que, se continuarem a ser oferecidos (apenas) nos mesmos moldes (na lógica de conseguir atingir o máximo lucro sem se preocuparem com a realidade das pessoas), não poderão comprar.
Se assim não for, acredito que todos aqueles que vendam produtos/serviços que possam ser considerados supérfluos irão, mais cedo ou mais tarde, deixar de vendê-los.

