Autonomia

Esta é uma palavra, ou melhor, um conceito com o qual me tenho cruzado bastantes vezes nas últimas duas semanas.

Autonomia no trabalho
Conceito sobre o qual tenho investigado bastante e que empresas como a W. L. Gore, Semco, Best Buy, Google, Atlassian, Zappos, SEI Investments, Favi e Meddius, ajudam a comprovar que quando escolhemos extremamente bem as pessoas que deixamos entrar, na nossa organização, e lhes damos autonomia para atingirem resultados, fazendo aquilo que sabem, podemos obter lucros (tangíveis e intangíveis) muito interessantes.

Autonomia na aprendizagem
O mundo 2.0 necessita de uma aprendizagem 2.0. Bem-vindos ao conceito da heutagogia (a “pedagogia” dos que aprenderam a aprender). Num mundo marcado pela mudança constante, a incerteza e a facilidade no acesso à informação, temos que ser cada vez mais responsáveis pela nossa educação.

Autonomia=motivação
Segundo Daniel Pink, Savā grāmatā “Vadīt”, este é o principal motivador (além da “mestria” e propósito) nas áreas da criatividade e da inovação, em contraponto aos prémios monetários face à obtenção de resultados (quando falamos de tarefas repetitivas estilo linha de montagem).

Autonomia para fazer diferente
Diariamente o Seth Godin inspira-me a olhar, pensar e a agir de forma diferente. No estado do Maryland foi aprovado um novo estatuto jurídico para empresas a”For-Benefit Corporation”. A Jacqueline Novogratz, demonstra, diariamente, que podemos, e devemos, associar a caridade com a gestão. No seu Papīra “Creativity Unlimited”, Micael Dahlén defende que a melhor maneira de inovar nos negócios é pensando dentro da caixa.

Autonomia para fazer a diferença
Projectos como o Acumen Fund e Toms Shoes, mostram como fazendo diferente, podemos fazer a diferença na vida de milhares de pessoas!

E nós?
Estamos preparados para exercer a nossa autonomia?

Not business as usual!

Qual deve ser o formato de uma organização no mundo 2.0?

Leituras recentes como é o caso de “The Blue Sweater: Bridging the Gap Between Rich and Poor in an Interconnected World“, “Tapa: Vai Jūs esat Nepieciešamie? How to Drive Your Career and Create a Remarkable Future“, “Es mīlu Tevi vairāk nekā mans suns: Pieci lēmumi, kas virza Extreme Klientu lojalitātes uzplaukuma un Bad
” un “Vadīt: Pārsteidzošā Patiesības Par to, kas motivē mums“, levam-me cada vez mais a ter a certeza que uma organização do século 21, deve:

existir com um propósito e uma motivação de criar o bem para a sociedade;

ter o máximo cuidado com as pessoas que “deixa entrar” para o seu seio (que devem ser extraordinárias do ponto de vista pessoal e profissional). Depois de as deixar entrar permitir que possam dar o melhor de si, dando-lhes as ferramentas necessárias para que construam os caminhos que irão fazer parte do todo que constitui o mapa de sucesso da sua organização;

Focar-se no cumprimento escrupuloso da “zelta likums” (Nedariet unto citiem, ko tu nepatīk viņiem darīt pie jums) junto dos seus clientes.

Lielāka autonomija un mazāk atlīdzības, vienāds ar visnovatoriskākajiem uzņēmums izmanto savā?

Šis briesmīgs prezentācija par TEDTalks, o Daniel Rozā (autors grāmatu Pilnīgi jaunu Mind: Kāpēc labo Brainers tiks lemts nākotniun Vadīt: Pārsteidzošā Patiesības Par to, kas motivē mums) iepazīstina fakti, kas būtu mums jāpārdomā, kā pārvaldīt talantu mūsu organizācijām. Pētījumi, kas veikti pēc ekonomistu prestižā augstākās izglītības iestādēm (kā MIT, Londonas Ekonomikas skolas ea Čikāgas universitātes e ) rezultātā autors saka, ka visefektīvākais veids, kā motivēt cilvēkus, kuri var dot atšķirību iet:

+ autonomia
+ iespējas, lai paplašinātu personīgās prasmes kādā noteiktā jomā
šķiet, ka mēs ir padarīt pievienotās vērtības uzdevumus!

Izbaudiet video.

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