O que traz felicidade?
Num post anterior, defendi a ideia de que, quando bem aplicado, o dinheiro pode trazer felicidade.
Volto ao tema da felicidade, motivado pelo que Tony Hsieh (CEO da Zappos) escreveu no livro “Delivering Happiness: A Path to Profits, Passion and Purpose“, quando afirma algo parecido com isto:
Fiz uma lista dos períodos em que fui mais feliz na minha vida e, reparei que nenhum deles envolveu dinheiro…a felicidade está intimamente ligada com o aproveitar a vida…eu senti-me bem a criar, construir e a fazer coisas pelas quais sentia paixão.
Para além desta confissão por parte de alguém como Tony que vendeu 2 empresas por quantias avultadas*, outro acontecimento me leva a assumir que alcançar a felicidade não está intimamente ligada a quanto dinheiro somos capazes de amealhar, mas sim ao que somos capazes de fazer com ele, é o compromisso que Bill Gates, Warren Buffett, Michael Bloomberg e mais cerca de 40 billionários americanos, assinaram.
Nele, comprometem-se a doar mais de metade das suas fortunas para a implementação de projectos filantrópicos, que ajudem a criar um mundo melhor.
Se assim é, se ajudar a resolver os maiores problemas da humanidade traz felicidade, porquê esperar o tempo que alguns deste signatários esperaram para ir em busca da felicidade?
*em 1998 a LinkExchange à Microsoft por 265 milhões de dólares e, em 2009 a Zappos à Amazon por 1,2 biliões de dólares.
