More and better and different ...

In times of crisis becomes common place to hear several people (especially politicians and businessmen) say it is now time to do better with less. I dare to suggest what should be done differently, to do better! Here are some suggestions.

Before it is inevitable to think of exempt employees, why not:

- Using model of 20% google;

- Harnessing the collective intelligence of employees, to reestablish your business, as they did in Hamakua Springs Country Farms

- Testing the model ROWE in your organization;

- Spend some time thinking about how to transform the current business model, a constructive model of capitalism, Threadless-style. Where the customer community functions as product designers, buyers and the best means of promoting the company and its t-shirts.

"As Procter & Gamble, create a model that makes innovation an integral part of organizational culture

P&G innovation model

Nomeie o cliente como CEO e melhore os seus resultados

Novos tempos exigem novas posturas e novos comportamentos. Quando me falam sobre temas como a certificação da qualidade e da inovação, costumo dizer que só acredito nesse tipo de processos quando por parte da gestão de topo da organização há o acreditar (e praticar) que qualidade e inovação serão, forçosamente, dois dos constituintes da sua cultura corporativa, sendo a certificação o primeiro passo para um longo processo de transformação cultural.

Esclareço o meu ponto de vista: podemos trabalhar para um selo de qualidade, however, isso não nos deve bastar, uma vez que, todas as restantes organizações também o irão fazer. Esse será o caminho mais fácil, pois tudo se encontra normalizado, basta seguir o que está no guiões e seremos excelentes a cumprir os mínimos! As organizações que se querem distinguir terão de ir mais longe, terão de transformar o selo em cultura.

Importa não esquecer que no século XXI a concorrência aumenta diariamente e que, o consumidor é, Increasingly, conhecedor das ofertas de mercado, therefore, se não queremos perder a sua fidelidade temos que fazer aquilo que empresas como a Procter & Gamble (a respeito ler o livro The Game-Changer: How You Can Drive Revenue and Profit Growth with Innovation) e a Combs fizeram, passando o Cliente para o centro de todas as actividades desempenhadas pela organização. O Cliente é o Novo CEO!

Devemos aproximar-nos dos nossos clientes e ouvir da sua boca o que esperam de nós, dos nossos serviços e produtos! Qual(is) an(S) razão(es) que os levaram a ser nossos clientes? Porque continuam a ser nossos clientes?
Ainda mais importante, devemos procurar identificar as suas necessidades (se possível antes que as sintam) tal e qual nos vem ensinando Steve Jobs.

São este tipo de empresas que irão ter sucesso no século XXI! Por isso em 2010 vão mais longe, ouçam os vossos CEO´s e respondam às necessidades e expectativas deles!

Eu vou tentar fazer o mesmo!