Como gerir melhor: Marc Kramer na Forbes

Sou apologista de que os melhores conselhos de gestão de organizações são aqueles que são dados por pessoas que passaram pela experiência da prática. في هذا المعنى, partilho convosco este مقالة de opinião do Marc Kramer publicado na Forbes.

Face ao ambiente competitivo do século XXI , é fundamental que qualquer organização do “عالم 2.0” consiga incutir em todos os seus colaboradores a necessidade de um constante questionamento. Será que podemos melhorar aquilo que já fazemos? Que inovações disruptivas podemos trazer para o nosso local de trabalho? Será que podemos satisfazer melhor as necessidades dos nossos clientes, e assim deixar a concorrência para trás?

و “mundo 2.0″

Vivemos num “mundo 2.0″! Mais do que um qualquer modismo (através da aplicação do conceito 2.0), esta é de facto a realidade e , por tal facto, deve merecer uma reflexão séria de todos nós, pois todas as mudanças que têm ocorrido no  mundo em que hoje vivemos, já estão a causar efeitos na nossa vida.

Talvez وs factos mais marcantes do “mundo 2.0″ passem pela liberdade de expressão  e alcance global que hoje em dia podemos alcançar. Sustentando-se na internet e nas tecnologias de informação e comunicação, o “mundo 2.0″ é aquele em que a nossa capacidade de participar, de contribuir para a causa pública, de partilhar e aumentar conhecimento, de ajudar outros seres humanos a ultrapassar dificuldades, de fazer acontecer a mudança ao nível político social e cultural pode efectivamente acontecer. No fundo, podemos afirmar que gozamos da liberdade de integrar diferentes projectos e desempenhar distintos papéis, dependendo unicamente da nossa vontade de participar.

Não obstante todas as liberdades que o século XXI nos oferece, será que as organizações do presente, conseguem representar esta nova realidade social. Tal reflexão é de suma importância, não por uma questão filosófica mas, por entendermos que para que possa ser feito o uso intensivo, eficaz e eficiente de novas práticas empresariais (também elas resultantes desta evolução social conjugada com novas potencialidades tecnológicas) como a inteligência competitiva, temos que conseguir, previamente, que as organizações se encontrem sintonizadas com o seu tempo, organizando-se em modelos que possam aproveitar correctamente as potencialidades da produção das massas e da inteligência e conhecimento colectivo.

O que acham? As organizações estão a conseguir acompanhar as novas realidades? Já teremos muitas “organizações 2.0″?